Equipe

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Dirce Alves, jornalista e radialista profissional.  Diretora da Empresa BOM DIA ASTRAL – Editora, Distribuidora e Produtora Ltda e da BOM DIA ASTRAL – Comércio de Artigos Esotéricos Ltda e de protutos naturais. Publica anualmente o Almanaque Bom Dia Astral – Dirce Alves. Faz Mapas Astrais, Cabala, Horóscopo, Mapa radical e transmite um programa online segunda a sexta pelo seu site www.dircealves.com.br chamado Bom dia Astral! 

O Astro regente do ano em que a pessoa nasceu pressagia muitas coisas que não são citadas nos horóscopos genéricos.
Há um ritmo cíclico de cada 36 anos, que indica o astro governante do ano e as influências sobre as pessoas nascidas naquele ano.
O próprio ciclo de 36 anos, que começa e termina com a regência planetária do mesmo astro, denota características que influem sobre a pessoa em particular e a humanidade em geral. Por exemplo, o ciclo de Mercúrio que começou em 1873 teve início com a regência desse astro e término em 1908 com Mercúrio governando também o último ano do ciclo. De 1909 a 1944 o regente do ciclo foi Marte, mas como a ordem dos ciclos não é a mesma dos luminares e planetas tradicionais, que está assim disposta: Sol, Vênus, Mercúrio, Lua, Saturno, Júpiter e Marte, e, este sempre começa e termina governado pelo regente do ciclo, em 1945 ao iniciar-se o ciclo da Lua, nota-se que foram eliminadas as regências anuais pela ordem do Sol, Vênus e Mercúrio, para que o ciclo da Lua tivesse início nesse ano governado pela Lua o término em 1980, também governado pela Lua.
 
 
O mesmo acontecerá com o ciclo do Sol, em 1981, governado pelo Sol até 2016, também governado pelo Sol.
O astro governante do ciclo, como vemos, influi consideravelmente na vida das pessoas conjuntamente com o ano do nascimento. Senão, vejamos: as pessoas nascidas entre 1873 e 1908, no ciclo, assistiram ou participaram da rápida transformação nos meios de transporte com a implantação das ferrovias, a construção e aberturas de estradas, os barcos a vapor, o automóvel, etc. Testemunharam o uso da eletricidade, do telégrafo e do telefone; as primeiras experiências do cinema, do gramofone e do rádio. A vida do ser humano mudou mais nesses 36 anos que nos últimos dois séculos. O comércio também regido por Mercúrio expandiu-se, os povos se aproximaram mais e o surto cultural, intelectual e artístico atingiu os países mais adiantados.
 
 
Partindo dessas premissas podemos deduzir o que Mercúrio trouxe para a humanidade no ciclo que governou.
Já no ciclo de Marte, o deus da guerra dos antigos, de 1909 a 1944, as grandes conquistas da indústria e da mecânica. Marte governa o fogo e o ferro, surgem então os grandes complexos metalúrgicos e o homem vive a idade do aço. Erguem-se arranha-céus, estruturados nesse material. Fazem-se melhores instrumentos e a cirurgia se desenvolve. É o aço em tudo... Até que um príncipe é assassinado em Sarajevo - Bósnia - por um nacionalista sérvio; aí o aço da paz é transformado por Krupp em canhões que atingem quilômetros de distância e, o homem europeu que havia aprendido nessa mesma época marciana a matar em todos os continentes que "colonizava", passou a matar seu próprio irmão na Primeira Grande Guerra, de 1914 a 1918.
 
 
Marte ditava as leis em todos os cantos do mundo... dinamite, nitroglicerina e mais lutas, revoluções e guerras em todos os lugares... Em 1917 os bolchevistas assassinam toda a família imperial russa e assumem o poder, matando, matando e praticando para participarem na Segunda Guerra Mundial de 1939 a 1945. Marte traz a ascensão de Hitler, que era de Áries o signo que governa. Foram os seis anos mais violentos da humanidade que, para descansar um pouco, é influenciada pela Lua de 1945 a 1980.
De 1981 a 2016 temos a regência do Sol que para construir as grandes conquistas de espírito humano precisa destruir primeiro.
Os ciclos que apresentamos aqui vão de 1909 até 2196 ele poderá ser consultado até pelos seus tataranetos
Mesopotâmia, é o antigo nome para as planícies e terras altas que ficam entre os rios Tigre e Eufrates, é uma das áreas do mundo onde a humanidade realizou a transição dos modos de vida simples para a assim chamada civilização (as outras foram Egito, Índia e China). Vários povos sucessivos controlaram esta área, dos antigos sumérios aos califas. Este berço da civilização da civilização foi o local de nascimento da astrologia ocidental e da astrologia hindu. A Astrologia chinesa é o único grande sistema astrológico que se desenvolveu independentemente da influência mesopotâmica.
Alguns astrólogos costumam referir-se à astrologia mesopotâmica como astrologia caldeia. Entretanto, o termo caldeu é algo confuso, senso usado algumas vezes para um grupo de pessoas que viveu na mesopotâmia antiga e outras vezes para um grupo de sacerdotes. Das últimas épocas clássicas, caldeu tornou-se sinônimo de astrólogo.
Por causa das associações bíblicas negativas a este grupo, as pessoas que querem depreciar a ciência das estrelas algumas vezes enfatizam associações babilônicas da astrologia e referem-se a ela como astrologia babilônica.
As gerações mais antigas de estudiosos costumam ver os mesopotâmicos  como adoradores das estrelas, como se os antigos realmente vissem as estrelas e planetas como deuses. A astrologia poderia então se explicada como um desenvolvimento mais ou menos natural da adoração das estrelas. Os estudiosos contemporâneos derrubaram esta visão, demonstrando que os mesopotâmicos associavam os deuses aos corpos celestes, em vez de identificarem os corpos como deuses. De qualquer modo, estudos recentes vão ao extremo oposto de ignorar o papel da astrologia na religião mesopotâmica.
Se os corpos celestes não eram venerados como deuses, qual então foi a motivação para o desenvolvimento da astrologia? A astrologia mesopotâmica desenvolveu-se inicialmente como uma forma de adivinhação – a previsão de eventos como fomes ou pragas com base em presságios agourentos como os eclipses, astrologia pessoal, individual (uma inovação mais recente dos gregos) como nós a conhecemos hoje; os astrólogos mais antigos eram, ao contrário, sacerdotes a serviço do rei que adivinhavam o destino do país. Esse sistema astrológico, dentre os mais antigos, não considerava que as estrelas e planetas exerciam “força” quase naturalistas que determinassem os eventos futuros, do mesmo modo como a força de gravidade determina a taxa de aceleração  dos objetos em queda. Em vez disso, os signos nos céu eram vistos como pistas para as intenções dos deuses.
Nosso familiar zodíaco de 12 signos foi projetado na Mesopotâmia, contudo os mesopotâmicos usavam os signos para auxiliá-los a localizar os corpos celestes ao longo da eclíptica.

O nascimento de Jesus foi acompanhado por indicações astrológicas, conforme lemos no Evangelho Segundo Mateus, no capítulo 2. Do Oriente vieram os Magos a Jerusalém e perguntaram “onde está o rei dos Judeus que acaba de nascer? Vimos sua estrela no oriente e viemos adorá-lo”.


O termo “Magos do Oriente” aponta para a Mesopotâmia e a cidade da Babilônia, de onde eles vieram. Lá vivia uma poderosa casta de sacerdotes e astrólogos em torno do culto de Marduk, o planeta Júpiter. Marduk, que significa estrela na língua babilônica, era o filho do Sol e representava os babilônios, como Zeus para os gregos ou Júpiter para os romanos. Portanto, Marduk-Júpiter é o planeta da sabedoria, o criador do universo e do homem.

Isto confirma os textos babilônicos que chegaram até nós, os registros revelam importantes constelações astrológicas para o período em que Jesus Cristo teria nascido.
Trecho do texto diz: “Marduk (o planeta Júpiter) faz conjunção com Tiamat (o planeta Saturno)”. Possivelmente este foi o sinal que os Magos seguiram para fazer a viagem da Babilônia a Jerusalém. O texto também aponta também para o dia em Júpiter e Saturno ficou retrógrado e se deteve, esta noite foi entre 12 a 20 de novembro (7 a.C.).


Já Johannes Kepler (1571-1630) demonstrou que sete anos antes do ano considerado como o do nascimento de Cristo houve uma conjunção de Júpiter e Saturno, no signo de Peixes. Esta posição ocorre a cada 20 anos e é conhecida desde tempos históricos, mostrando a renovação e mudança de gerações, como novo Deus (Júpiter) que vence o velho homem (Saturno).


A extraordinária conjunção do ano 7 a.C. se deu 3 vezes, em maio, outubro e dezembro, causada pela fase retrógrada dos dois planetas, algo que só acontece a cada 200 anos.Com o nascimento de Jesus também começou uma nova idade astrológica, a era de Peixes. Simbolicamente os Peixes (símbolo do Peixe), se tornou um símbolo importante de Cristo e do Cristianismo.


Para compreendermos melhor a motivação dos Magos sobre a conjunção Júpiter-Saturno é importante saber que: Saturno era considerado a estrela de Israel e os astrólogos daquele tempo associavam a região da Judéia com o signo de Peixes. 
Os Magos, ao chegarem a Jerusalém, perguntaram a muitas pessoas sobre o nascimento do novo Messias, mas ninguém sabia responder a eles. Uma noite viram um sinal no céu: o planeta Júpiter-Marduk parou no seu caminho, no sentido da localização de Belém. A estrela estava parada, como diz a Bíblia, sobre o estábulo onde Jesus nasceu. Isto foi em 12 de novembro, quando muda de direção, segundo os cálculos realizados.


Este foi o último sinal astrológico, que indicou que os Magos tinham que ir a Belém. Várias ilustrações mostram os Magos seguindo a estrela (Júpiter), luminosa como guia na frente deles. Chegando a Belém, tiveram a notícia que a criança nasceu.
Assim, o nascimento teve lugar alguns dias antes da chegada dos Magos, antes do dia 12 e 7 anos antes da data marcada nos dias de hoje. Mas ninguém sabe a hora nem mesmo o dia exato do nascimento. Atualmente, o dia 6 de janeiro, dia dos reis Magos, é considerado o Dia do Astrólogo, em homenagem àqueles que souberam interpretar o sinal da estrela.

Como todos sabemos, a Lua influencia a nossa vida diária de maneira muito grande. É do conhecimento de todos, que desde os primórdios da civilização o homem se baseou na posição lunar para realizar seus feitos.

Inicialmente, a Lua foi vinculada com as marés, mais tarde se descobriu que sua influência chegava às plantações. Assim sendo, nos dias de hoje, sabemos cientificamente que somos influenciados por este astro feminino de maneira que, se as nossas ações quando iniciadas em Lua boa, serão totalmente favorecidas, caso contrário não terão o efeito desejado.

Para se saber da influência da Lua não se precisa ter conhecimentos de ciência, nem muita erudição. Basta lembrar que o nosso corpo é composto em sua grande parte de água, consequentemente esta água está sob as vibrações positivas ou maléficas das posições lunares e nos dão condições de realizações maiores ou menores, conforme soubermos usar da influência deste astro.

Como curiosidade e informação, quero ilustrar este trabalho com a seguinte nota: querendo que qualquer ação ou negócio fique em segredo, deve fazê-lo oito horas antes ou oito horas depois da entrada da Lua Nova. Pelo contrário, querendo que o trabalho ou ato seja divulgado, conhecido, comentado ou muito falado, deve empreendê-lo oito horas antes ou oito horas depois da Lua Cheia. Com isto quis lembrar de modo claro que a Lua influência em nossos negócios e atividades.

Portanto, aqueles que têm domínio das datas importantes em sua vida, mais facilmente vão atingir seus objetivos na existência, enquanto que aqueles que se batem procurando o caminho perdem muito tempo em andar às voltas com os acertos. Enquanto o Sol representa os anseios mais profundos da pessoa – Seu Eu Superior – suas ambições de longo alcance. A Lua por sua vez representa o princípio da reflexão, a parte subconsciente, os pensamentos de todos os dias, a mente automática que desenvolvemos para tratar com o ambiente.

A Lua governa também a natureza emocional da pessoa, e quem é capaz de negar que a maior parte das decisões de todo os dias não são tomadas mais por instinto e ao sabor das emoções, do que através de uma lógica fria e rígida?

Portanto, os trânsitos lunares têm um poderoso efeito em nossas atividades diárias, então, o mais certo é conhecermos as posições diárias que mais nos favorecem ou não, sabedores disso, teremos condições de enfrentar melhor o curso prático da vida, sem nos perdermos em considerações que não vão nos levar a nada.

A Lua é uma realidade viva, pulsando sempre para nos informar detalhes sobre nossa vida e de nossos semelhantes.

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